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	<title>Design e Fotografia</title>
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		<title>Acabamentos. Ou o fim, afinal</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Impressão]]></category>

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		<description><![CDATA[O acabamanto também é chamado enobrecimento, pois agrega valor ao produto gráfico. O mais conhecido hoje é o verniz localizado. Muito usado em capas de livros e de algumas revistas, normalmente mais segmentadas. O mais comum e de melhor resultado é, primeiro, revestir a superfície com uma fina película plástica, conhecida como laminação, quase sempre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=47&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O acabamanto também é chamado enobrecimento, pois agrega valor ao produto gráfico. O mais conhecido hoje é o verniz localizado. Muito usado em capas de livros e de algumas revistas, normalmente mais segmentadas.</p>
<p>O mais comum e de melhor resultado é, primeiro, revestir a superfície com uma fina película plástica, conhecida como laminação, quase sempre fosca. Os vernizes de acabamento podem ser de máquina, UV (de secagem por luz ultravioleta), alto-brilho e bopp. Quase todos são vernizes à base de água. Outro acabamento comum é a laminação brilho (comumente chamada plastificação), que torna as capas, que são normalmente em papel mais pesado, mais resistentes e duráveis. Livros usam quase sempre cartão 250g/m2. Revistas usam papel couché 150g/m2 ou 180g/m2.</p>
<p>Outros enobrecimentos comum são os relevos. Quando o relevo fica acima da superfície do impresso é chamado alto-relevo. Quando fica abaixo, chama-se baixo-relevo. O alto relevo é combinado, usualmente, com o verniz localizado.</p>
<p>Quando a impressão, normalmente o nome da publicação e ou algum texto, na capa, é metalizada, reflexiva e com leve baixo-relevo, podendo ser prateada, dourada, cobreada, vermelha, azul ou verde, é resultado da impressão à quente de uma fita metalizada, processo chamado <em>hot stamping</em>.</p>
<p>Os recortes diferentes do formato da publicação ou internos a ela são chamados de facas e são os mais caros. Facas são muito usadas na fabricação de embalagens. Podem ser de corte e de vinco, quando apenas marca a superfície do material, para permitir a dobragem.</p>
<p>Estes são os enobrecimentos mais comuns, mas não são os únicos e a cada dia inventa-se alguma nova solução para tornar os produtos impressos mais atraentes.</p>
<p>Bem, esse período é só. Boa prova, boas férias!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=47&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Helvetica, o filme</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme do Gary Hutswit, de 2007, Helvetica, sobre a fonte que hoje pertence a Linotype (www.linotype.com), a Helvetica, de 1957 &#8211; desenhada por Max Miedinger, que deveria ter o nome de Neue Haas Grotesk (afinal a fundição era suíça, se chamava Hass &#8211; mas acabou chamada de &#8220;da Helvetia&#8221; nome romano daquele pedaço da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=45&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme do <strong>Gary Hutswit</strong>, de <strong>2007</strong>, <strong>Helvetica</strong>, sobre a fonte que hoje pertence a Linotype (www.linotype.com), a <strong>Helvetica</strong>, de <strong>1957</strong> &#8211; desenhada por <strong>Max Miedinger</strong>, que deveria ter o nome de <strong>Neue Haas Grotesk</strong> (afinal a fundição era suíça, se chamava Hass &#8211; mas acabou chamada de &#8220;da Helvetia&#8221; nome romano daquele pedaço da Europa), é um embate entre duas visões distintas, aquela na qual o design se originou, a da funcionalidade e do modernismo (<strong>Bauhaus</strong>, <strong>ULM</strong>) e a contaminação artística do design, nos dias de hoje, pela &#8220;expressividade&#8221;, a necessidade de individualidade do &#8220;artista&#8221; (curioso, 25 anos atrás, designer não era artista, nem para os designers nem para os artistas plásticos), em um mundo onde artes plásticas se tornou algo muito restrito, de muito poucos para outros menos.</p>
<p>Eu sempre separei o que é meu trabalho como designer, suas necessidades e as do cliente e meu trabalho pessoal, &#8220;artístico&#8221;. Podem haver óbvias semelhanças, mas há diferenças claras. Um é para ser reproduzido, seja em capas de livros, projetos gráficos de jornais, de revistas, sinalizações, logotipos. O outro para ser pendurado na parede. Misturar os canais nunca deu muito certo.</p>
<p>No filme, a designer americana <strong>Paula Scher</strong> critica a <strong>Helvetica</strong> como sendo a fonte dos republicanos, conservadores, da guerra do Vietnã e das grandes corporações. E que seria a fonte da guerra do Afganistão, pois essa seria a mesma guerra. É dela o atual <strong>logotipo</strong> do <strong>Citibank</strong>. Engraçado&#8230;uma coisa é ideologia, o discurso, outra o cliente, que é quem paga nossos trabalhos, dinheiro com o qual  pagamos nossas contas, afinal. Será que ela lavou para tirar o sangue dos mortos e feridos nas guerras?</p>
<p>Uma dica? Procure ser coerente com suas crenças. Ou não professe crenças que você não pode sustentar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/45/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=45&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>os papéis do papel</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Impressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Papel se especifica pelo peso. Isso é desnecessário dizer, afinal todo mundo compra resma de papel A4, de 75g/m2. Cada metro quadrado (1m x 1m, ok?) de folha daquele papel pesa 75 g. Lógico! Se você comprar uma resma (500 folhas) de papel 90g/m2, ela será mais pesada. Isso faz parte das nossas vida, mas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=41&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Papel se especifica pelo peso. Isso é desnecessário dizer, afinal todo mundo compra resma de papel A4, de 75g/m2. Cada metro quadrado (1m x 1m, ok?) de folha daquele papel pesa 75 g. Lógico! Se você comprar uma resma (500 folhas) de papel 90g/m2, ela será mais pesada. Isso faz parte das nossas vida, mas, diga-me, quantas vezes você parou para pensar sobre isso?</p>
<p>Vimos no filme sobre artes gráficas que o papel é fabricado a partir de dois tipos de árvore, o <em>pinus</em> e o <em>eucalipto</em>. Essas árvores de madeira macia são plantadas e replantadas em áreas de reflorestamento, não são misturadas com outras espécies, florestas não são devastadas para se fazer papel, você não disperdiçou uma árvore &#8211; tadinha &#8211; ao imprimir seus emails. Os problemas ambientais decorrentes da fabricação de papel são outros. Papel consome muita água doce, esse é um problema. Depois de usada essa água precisa ser reciclda e limpa. Não pode ser descartada na natureza. O maquinário para desmanchar árvores em cavacos (pedaços), cozinhá-los e centrifugá-los produz CO2. A reciclagem de papel consome mais água que a fabricação. O papel contém mais impurezas. A escala de fabricação ainda é pequena. Por isso papel reciclado ainda é mais caro que o papel novo.</p>
<p>Depois de desmanchada em pedaços, centifugada, lavada e cozida, a celulose verde pode ser exportada ou transformada em papel. O Brasil é o quarto maior produtor de celulose verde (ela é verde mesmo, escura, o papel precisa ser branqueado na fabricação, mas não se usa mais cloro&#8230; ainda bem, o cloro é extremamente poluente, difícil de purificar da água e, concentrado, queima a pele&#8230; água sanitária, né?) e fabrica metade da celulose que necessita para fabricar papel. É&#8230; papel é caro? Não parece, mas é. Aliás, papel é fibra. E o sentido da fibra na folha de papel fica na direção do maior lado. Experimente rasgar um folha no sentido maior e no sentido menor. No maior ela fica mais reta, sem arrancar pedaços. Quase todos os papéis são assim, menos os <em>kraft</em> (significa força e, normalmente são marrom, laranja e raramente, brancos) e os LHC (<em>low wasted coated</em>), que são os de revistas, tipo a Veja, Época etc. São usados em rotativas &#8211; bobinas de papel, lembram? &#8211; precisam ser resistentes, então as fibras são misturadas em todas as direções. Rasgue a Veja para entender!</p>
<p>Os papéis mais nobres levam gesso em sua fabricação e passam por imensos cilidros cromados e aquecidos, durante a fabricação. Esticados e aquecidos, quase não absorvem, seus &#8220;poros&#8221; ficam fechados. São os <em>couché</em>. Podem ser de acabamento  brilho ou <em>matte</em> (fosco). A maioria dos papéis industriais são fabricados em rolos, depois podem ser cortados para serem vendidos em pacotes de folhas. Os tamanhos mais comuns são 66 x 96 cm ou BB e 76 x 112 cm ou AA. Há ainda o formato A (ISO), cujo A0 mede 841 x 1189. Corte ao meio pela maior medida uma, duas, três, quatro vezes&#8230; na quinta vez você chega ao A4!!!</p>
<p>Existem também os <em>off withe</em> (chambril, chamois, pólen), muito usados em livros por sua cor amarelada, que reflete menos luz, tornando a leitura menos cansativa. Podem ser lisos ao toque ou ásperos. Seu peso é, normalmente, 85g/m2.</p>
<p>Há ainda os monolúcidos (lisos de um lado por aplicação de película) ou os <em>film coat</em>, como o nome diz, com cobertura de um filme em ambos os lados, tornando-os parecidos como <em>couché</em>. Mas só parecidos.</p>
<p>Os sites da Cia. Suzano de Papel e Celulose (www.suzano.com.br) e da SPP-Nemo &#8211; distribuidora de papéis &#8211; (www.sppnemo.com.br) tem mecanismos de cálculo editorial (quantidade de papel necessária a uma edição de publicação, basta entrar com o formato final, número de páginas e de exemplares, especificar o papel, se vai ser impressão plana ou rotativa e o site calcula a quantodade de resmas ou bobinas. Prático, não?)</p>
<p>O universo de papéis é imenso, cada vez mais diversificado e variado, vale a pena conhecer. Peça mostruário nos sites dos fabricantes (APP, Arjo-Winnings, Suzano, Avena) que a maioria envia.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/41/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=41&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As impressões</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 23:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Impressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos dividir os processos de impressão profissional em cinco tipos. Off set, rotogravura, flexografia, serigrafia e impressão digital. O sexto processo, a tipografia, hoje, faz parte da história. Uma bela história, é verdade, mas história. O processo de uso mais comum, mais disseminado, é o off set. Herdeiro de um processo chamado litografia, que atualmente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=35&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Podemos dividir os processos de impressão profissional em cinco tipos. <em>Off set</em>, rotogravura, flexografia, serigrafia e impressão digital. O sexto processo, a tipografia, hoje, faz parte da história. Uma bela história, é verdade, mas história.</p>
<p>O processo de uso mais comum, mais disseminado, é o <em>off set</em>. Herdeiro de um processo chamado litografia, que atualmente só é usado em impressões de desenhos em escolas de arte. Descoberta em 1778 por Louis Senefelder, na Baviera, consiste de uma pedra (<em>litho</em>), extremamente porosa, que absorve água com muita facilidade. De tão usada, quase não existe mais. Ao se desenhar sobre ela, de maneira espelhada, com materiais gordurosos &#8211; lápis, tintas e vernizes &#8211; sela-se a superfície. Depois, molhada, recebe uma fina camada de tinta. Onde há a imagem, a tinta adere, onde é lisa e molhada, não há aderência de tinta. Usada como um carimbo, o papel é pressionado por um rolo contra a pedra, transferindo-se a imagem. Senefelder descobriu o processo para copiar partituras musicais para a sinfônica de sua cidade. Era esse o seu trabalho, fazer 80 cópias das peças sinfônicas. Ganha pouco. Descobriu um processo eficiente de impressão. Ficou rico. Litografia foi muito usada para impressão de grandes cartazes e rótulos de caixas e garrafas.</p>
<p>Em 1904, o litógrafo Ira Washington Rubel descobriu &#8211; diz-se que por acaso &#8211; que se a imagem entintada da pedra fosse transferida para um rolo de borracha e depois para o papel, além de ficar mais bem impressa, não precisaria ser desenha espelhada. Essa lógica, da imagem de tinta passar da matriz para o cilindro e depois para as folhas, ganhou o nome de <em>off set</em>. Com a invenção do processo fotográfico, na Europa, por Daguerre (e em Campinas, Brasil, por Hercule Florence), não era mais necessário desenhar na pedra, transferindo a imagem fotográfica para ela. A pedra foi então substituída pela chapa de metal, fina, leve e flexível. Há registros de impressões litográficas, em cores, usando várias pedras como matriz, há casos onde foram usadas 12 pedras. Trabalho pesado.</p>
<p>O <em>off set</em> existe em dois tipos de impressora, as planas (a folha é comercializada nos formatos 66x96cm &#8211; BB &#8211; e 106x72cm &#8211; AA) e as rotativas, que usam bobinas de papel. A Editora Globo, O Dia, Folha de S. Paulo, Estadão, por exemplo, usam rotativas <em>off set</em>. São impressoras velozes e produzem grandes tiragens.</p>
<p>O rival direto é a rotogravura (patenteada por Thomas Bell em 1784, mas efetivamente criada por Karl Klic em 1860, herdeira da gravura artística em metal), por ser um processo de impressão apenas rotativo e onde um cilindro de ferro, revestido por cobre e cromo que é gravado por imensas máquinas com ponteiras de cabeça de diamante, as quais fazem pequenos rebaixos no metal, a retícula da imagem e do texto, de tamanhos e concentrações diferentes. A tinta é mais líquida que a do <em>off set</em>, que é mais pastosa. Ela entra nesses rebaixos e é absorvida pelo papel por contato, transferindo a imagem. Quanto mais fundo, mais tinta no rebaixo, mais densa a impressão e maior o ponto. A Editora Abril e o Diário de Pernambuco, entre outros, usam rotogravura. A gravação do cilindro é mais demorada que a chapa, mas enquanto a chapa imprime até 500 mil exemplares, o cilindro suporta até 10 milhões de impressões. Depois de usado, essa superfície é arrancada, para novo banho dos metais. Só imprime superfícies flexíveis. É a matriz mais cara.</p>
<p>Na flexografia, um cilindro de plástico (polímero) é coberto por uma emulsão fotográfica. Uma outra forma é a utilização de um cilindro de borracha, onde a imagem é gravada em relevo na superfície. Sua grande diferença para a rotogravura, apesar de imprimir quantidades menores (1 milhão de exemplares por matriz), é permitir a impressão em superfícies rígidas e flexíveis.</p>
<p>A serigrafia, ou <em>silk screen</em>, serve para imprimir tecidos. Camisetas. Esse é o mais comum e conhecido dos seus usos. Mas ele é usada para imprimir papéis, plásticos, adesivos, outdoor tradicionais (L32, os mais comuns, de 32 lâminas separadas). Por seu baixo custo, é usada para pequenas e médias tiragens. Uma tela de tecido, normalmente nylon, bem esticada em um quadro de madeira ou metal, recebe uma camada de cola com sal de prata e depois de seca é exposta à luz muito intensa sobre o original em preto sobre uma transparência, que pode ser <em>laserfilm</em>, papel vegetal ou fotolito. É lavada com água. Onde a luz atingiu a emulsão, ou seja, passou pela transparência do original, a emulsão endurece. Onde a luz não atingiu (as áreas de imagem, em preto), a emulsão amolece e sai da tela com o jato d&#8217;água. Nessas áreas, na impressão, a tinta passa pela tela. As telas de impressão em plásticos e papéis tem tramas muito concentradas e finas. As de impressão em tecido são mais abertas. As tintas também são diferentes, à base de água para tecidos e de resinas para papéis e plásticos.</p>
<p>A impressão digital é o processo mais recente e ainda vai evoluir muito e se mesclar com os outros. Imprime direto do arquivo, podendo usar tintas líquidas dos mais variados tipos (base de água, pigmentos resistentes à água, com base em carvão, <em>tonner</em> seco, ceras etc.).</p>
<p>Em comum, todos esses processos são de impressão em cmyk. Não existem processos de impressão em rgb.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=35&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As sem serifas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 23:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estamos no séc. XIX. As serifas, que se originaram do desenho do tipo lapidar (na pedra, em lápides), começam a ser questionadas. Qual seu sentido na impressão, se não há água da chuva a escorrer, nem detritos, pois a superfície não é mais tridimensional? As extensões nas extremidades das letras seriam desnecessárias e até [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=25&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estamos no séc. XIX. As serifas, que se originaram do desenho do tipo lapidar (na pedra, em lápides), começam a ser questionadas. Qual seu sentido na impressão, se não há água da chuva a escorrer, nem detritos, pois a superfície não é mais tridimensional? As extensões nas extremidades das letras seriam desnecessárias e até atrapalhariam, pois sem elas o tipo fica oticamente maior. William Caslon IV (sim, o quarto de uma dinastia de tipógrafos e impressores ingleses) criou a Caslon Jr, em 1806. Não chegou a ser um sucesso, mas um impressor ao ve-la exclamou: &#8220;mas é grotesca!&#8221; e este passou a ser outro nome das <em>sans serif</em>&#8230; grotescas. Nos Estados Unidos elas também são chamadas de góticas &#8211; não me perguntem o motivo, não sei, mas sei que elas nada tem a ver com o período gótico. Elas se dividem em dois desenhos básicos, as geométricas &#8211; construídas com régua e compassos &#8211; e as que tem variações no desenho, como se desenhadas à pena e à mão. As com serifa também se dividem assim, romanas humanistas ou <em>old style</em> ou ainda antigas, as transicionais, que apesar de ainda terem características do movimento da maão no seu desenho, são mais verticais e as geométricas, ou neoclássicas, construídas recionalmente.</p>
<p>Hoje, séc. XXI, a variedade de fontes é imensa (isso sem contar as manuscritas, as figurativas, grafitadas, riscadas, desconstruídas, desestruturadas, engraçadas e por aí vai), é só visitar um site de fontes grátis, como o Dafont (www.dafont.com) ou de fontes de baixo custo, como o MyFont (www.myfont.com) ou dos grandes fabricantes, como a Adobe ou a Linotype (www.linotype.com) para se ter uma ideia. Um profissional sério não usará milhares de fontes ou misturará várias. Ser &#8220;econômico&#8221; nesse caso, é uma virtude. Como a frase que marcou a Bauhaus, &#8220;menos é mais&#8221; (A Bauhaus foi uma escola alemã de design, arquitetura, tipografia, artes plásticas, cenografia, fotografia, produto&#8230; nesse exato momento acontece no MoMA, em Nova Iorque, uma exposição sobre essa escola, fundamental para se entender o modernismo, Bauhaus: 1919-1933 &#8211; Oficinas para a Modernidade&#8230; fica até 25 de janeiro de 2010. Vai passear por lá nas férias? Taí a dica).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/25/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=25&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As serifas medievais e o nascimento da impressão</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 01:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tipografia
Góticas
Gutenbrg<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=19&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao fim do Império Romano sobreveio a Idade Média. O isolamento dos feudos, mosteiros, vilas e cidades, a necessidade de se defender, se proteger de quem vinha de fora, entre outros motivos, produziu um novo estilo arquitetônico, o gótico. Alongado &#8211; apontando para o céu, em um tempo onde a vida eterna era a solução dos problemas e sofrimentos da vida terrena &#8211; com janelas e portas estreitas para proteção, murado, escuro. Na escrita &#8211; e a escrita/leitura se fazia nos livros &#8211; o tipo romano foi sendo distorcido, deformado, se tornando escuro, pesado, cheio de pontas, alongados, o tipo gótico. O isolamento entre os locais onde se copiava livros, as particularidades de cada calígrafo, quem desenhava/escrevia/copiava os textos, levaram a góticos diferentes, na Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália. Podemos citar a Blackletter, a Fraktur, a Schwarbacher e a Rotunda.</p>
<p>Nesse tempo, por volta de 1447/1450, na cidade alemã de Mongúcia (hoje se chama Mainz), um antigo morador, Johann Geinzfleish retornou, depois de muitos anos, indo morar em uma casa no centro da cidade, chamada Casa Gutenberg, adotando como seu esse nome. Procurou um banqueiro, Johannes Furst, para se associar em um invento para imprimir textos, imprimir livros, usando pequenas peças de metal, com o desenho da letra em relevo, compondo-se o texto manualmente e usando essa matriz da página como um carimbo. Depois era só desmanchar a matriz e compor outros livros. Aos tipos desenhados e fundidos pelo próprio Gutenberg, ele chamou de D.K. e foram usados para compor e imprimir (em prensas de madeira) o primeiro livro, a Bíblia de 42 linhas. As iluminuras (desenhos que se faziam nas páginas, como as imensas letras coloridas e enfeitadas que abriam os capítulos, as <em>capitulares</em>, muitas vezes pintadas em ouro &#8211; daí o nome, pois clareavam as páginas, escuras, de texto). Supõe-se, hoje, que Gutenbrg tenha tido contato com a técnica, criada por uma civilização que existiu na península da Coréia no séc. XII, que usava pequenas peças de porcelana com o desenho dos ideogramas em relevo como matriz. Essa civilização foi escravizada pelos mongóis, que por não terem &#8211; até hoje &#8211; uma escrita formal, não se interessaram pelo invento, mas levaram seus escravos e seu conhecimento a Europa.</p>
<p>Essa história é muito mais complexa e cheia de golpes, intrigas e mistérios, mas, para nós, no momento, esses não importam muito.</p>
<p>Um dos aprendizes da oficina de Gutenberg, enviado pelo rei Luís XII, da França, Nicolas Jenson, ao retornar à França, encontra Carlos X como rei, que o manda embora, pois livros impressos não seriam dignos de um rei. Jenson vai para Veneza. Estamos então  final do séc. XV. Dois tipógrafos, Konrad Sweynheim e Arnold Pannartz, são considerados os primeiros a retornar ao desenho da letra romana, mas não são os caras importantes nessa história.<em><br />
</em></p>
<p>Em Veneza, Jenson vai trabalhar para aquele que é considerado o pioneiro dos editores, Theobaldo Manucci, que adotou o nome latino de Aldus Pius Manutius. Em sua homenagem, em 1984, a primeira empresa a produzir um programa de paginação para computadores (Apple Machintosh) o PageMaker, adota o nome de Aldus. Aldus Manutius encomendava o texto ao pensador ou escolhia dentre os textos enviados pelos &#8220;autores&#8221;, mandava confeccionar o tipo &#8211; que naquele momento já deixara de ser o gótico e retornara ao romano &#8211; compor, imprimir e encadernar o livro. Depois comercializava-o. O livro até então era um objeto grande e pesado, para ser lido na biblioteca ou em casa. Aldus cria o livro em pequeno formato, de capa flexível, que podia ser transportado no bolso. Dois dos seus principais tipógrafos são Jenson e Francesco de Bologna, também chamado Griffo. Este desenha uma romana levemente inclinada mas de desenhos específicos para a angulação, diferente de apenas inclinar o desenho romano, o que permite colocar mais letras numa linha, portanto, menos páginas para a mesma quantidade de texto. Logo descobrem que é um tipo de leitura mais lenta, que cansa o leitor mais rápido. Passam a usá-la apenas para destacar trechos do texto. Para grifar, em homenagem ao seu autor. E a  chamá-las itálicas, por sua origem.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=19&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Tipografia</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 22:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo processo de leitura produz cansaço. Um dos desgastes é o cansaço visual. O conforto ambiental (novamente ele), o corpo do texto, o tipo de papel, a iluminação, o silêncio, a postura física são alguns fatores que acentuam ou atenuam o desgaste. Como vamos tratar de tipografia, o tipo, as famílias de tipos, os corpos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=10&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo processo de leitura produz cansaço. Um dos desgastes é o cansaço visual. O <em>conforto ambiental </em> (novamente ele), o corpo do texto, o tipo de papel, a iluminação, o silêncio, a postura física são alguns fatores que acentuam ou atenuam o desgaste. Como vamos tratar de tipografia, o tipo, as famílias de tipos, os corpos de texto são nosso assunto nesse texto.</p>
<p>Não lemos linearmente. Não lemos letra a letra, palavra a palavra, frase a frase. O processo de captura ótica do texto é caótico. O olho percorre as linhas, vai, volta, apreende mais do que compreende. O cérebro junta tudo e dá sentido, compreensão. Quanto mais conhecemos o desenho, a forma, os encaixes dos pares, os vazios, a pontuação, menos cansativo é o processo de leitura, mais fácil é o trabalho do cérebro de juntar tudo.</p>
<p><strong>Tipografia</strong> vem do grego. <em>Typos</em> significa forma e <em>graphein</em>, escrita<em>.</em> Tipografia é quase o ato de vestir as palavras. Existe uma <em>leitura</em> que está além da leitura. Quem vai ler nossos textos? Em que prováveis situações? Que reações queremos e esperamos? De que forma, a forma pode ajudar (ou não atrapalhar) o conteúdo. Nesse terreno movediço nos movemos nesse momento. Vamos lá.</p>
<p><strong>Da origem das <em>serifas</em></strong></p>
<p>Faz muito tempo que se escreve e lê. Os antigos gregos construiram a base do nosso alfabeto, provavelmente aprendido com os mercadores fenícios. Os romanos incorporaram a escrita grega e definiram nosso alfabeto de 26 caracteres. 26 <em>glifos</em>. Na escrita do estado, a dos monumentos e lápides, que narram as histórias, todas as letras eram maiúsculas. Lapidares. Gravada em pedra e metal, produzindo relevo em seus suportes. Da gravação surgiram sulcos e alongamentos nas extremidades, que, hoje, chamamos de <strong><em>serifas</em></strong>. Sua função tanto poderia ser criar uma linha ótica para guiar a leitura quanto uma forma de não permitir que detritos, poeira e insetos se aculmulassem dentro do desenho da letra. A água &#8211; da chuva &#8211; lavava e escorria. Supostamente esse nome aparece muitos séculos depois, derivado do holandês <em>schriften</em> (penada, literalmente, pois um dos instrumentos usados para escrever era a pena de ganso), pois os alongamentos se mantiveram no desenho da letra quando a escrita é uniformizada pelo bispo da Escócia, Alcuin, por ordem do imperador romano Carlo Magno, que ao se converter ao cristianismo, resolve unificar a escrita da Bíblia. Maiúsculas e minúsculas &#8211; até então usadas apenas na escrita cotidiana em materiais moles, passam a ser escritas juntas, cria-se o espaço entre palavras e a pontuação.</p>
<p>Curiosidade, são as <em>versaletes</em>, minúsculas no tamanho (70% da altura das maiúsculas), mas <em>capitulares</em> (letras maiúsculas que abrem capítulos de livros, antigamente ornamentadas, desenhadas ou <em>iluminadas</em>) no desenho. Os gregos escreviam as narrativas épicas em versos com elas. As maiúsculas chamam-se, por isso, <em>versais</em>. As de desenho pequeno, o diminutivo, <em>versaletes</em>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zeantoniodeoliveira.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=10&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Não confie no seu monitor</title>
		<link>http://zeantoniodeoliveira.wordpress.com/2008/10/29/cor/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 09:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cor]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[tipos de monitores e confiabilidade de cor<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zeantoniodeoliveira.wordpress.com&amp;blog=5337141&amp;post=1&amp;subd=zeantoniodeoliveira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se trabalha com impressão profissional e tratamento de fotografia é essencial que o que vemos no monitor e o resultado impresso sejam coerentes. Muitas vezes não é o que acontece. Existem dois possíveis motivos.</p>
<p>O primeiro deles é o próprio monitor no qual trabalhamos. Monitores são dispositivos de emissão de luz. Trabalham com a combinação de cores primárias de luz, vermelho, verde e azul (em inglês Red, Green and Blue, abreviando, RGB). Impressos são objetos que refletem luz, trabalham com as cores secundárias de luz, ciano(c), magenta(m) e amarelo(y), somados ao preto(k), que dá contraste (cmyk). Ciano, magenta e amarelo combinados não produzem preto, mas um marrom ‘sujo’. Um processo tem 3 canais de cor, o outro quatro, pois com 3 apenas não funcionaria. Essa peculiaridade explica em parte as inconsistências de cor entre os dois processos. Para que monitor e impresso combinem, ambos precisam estar calibrados. Isso não se faz “no olho”, mas através de equipamentos chamados calibradores, que criam um perfil (arquivo) que armazena as informações do dispositivo, o icc <em>profile</em>.</p>
<p>O outro motivo é o <em>gamut</em>. O espectro de cores que é percebido pelo olho humano é maior do que o espaço de cor dos monitores e o espaço de cor possível de ser impresso não só é menor ainda como abrange áreas um pouco diferentes. Há cores que o monitor mostra que não são possíveis serem impressas. Por mais calibrados e próximos estejam, monitor e impressora, sempre haverá diferenças.</p>
<p>Quando trabalhamos profissionalmente, nossas images serão impressas em outros lugares que não nossas impressoras, portanto é importante que o lugar que vai imprimir/ampliar nossas imagens fornaça o icc profile de seu equipamento. É a única garantia de fidelidade.</p>
<p>Ele está em um ambiente corretamente ilumindo? A temperatura de cor, a intensidade e direção das luzes são adequadas? Isso também é parte do conceito de <span style="font-style:italic;">conforto ambiental</span> que afeta diretamente o rendimento do trabalho. Temperatura ambiente, postura correta e mobiliário adequado também são importantes, mesmo não afetando imediatamente a questão &#8220;cor&#8221;.</p>
<p><span style="font-style:italic;font-weight:bold;">Monitores</span></p>
<p>Os monitores CRT (<span style="font-style:italic;">catodic ray tube</span>) são bons. Aceitam bem a calibração de cor. Mas são cada dia mais raros. Custo das plantas de produção, mão-de-obra, tempo e complexidade de fabricação os tornaram desinteressantes aos fabricantes.</p>
<p>A quase totalidade dos monitores atuais, LCD (<span style="font-style:italic;">liquid cristal display</span>) são de um tipo de painel chamado TN (<span style="font-style:italic;">twisted nematic</span>), que não aceitam, adequadamente, <span style="font-style:italic;">calibração de cores</span> e não são capazes de emitir cores reais 24-bit (16.720.000 cores), fazendo-o por simulação. São ótimos monitores para vermos televisão, assistirmos DVD e brincarmos com videogames. Tem o chamado <span style="font-style:italic;">tempo de acesso</span> baixo, em milissegundos. Mas estabilidade e intensidade de cor estática, menor <span style="font-style:italic;">gamut</span> (espectro de cores ou gama) e ângulo de visão estreito. É um tipo de painel barato, por isso mais acessível.</p>
<p>Existem outros dois tipos de painel LCD, mais caros, óbvio. O VA (<span style="font-style:italic;">vertical alignment</span>) e o IPS (<span style="font-style:italic;">in plane switching</span>) e suas variações. Os VA (s-PVA e m-VA), apesar da adequada capacidade de reproduzir cores, tem regeneração lenta. Tem ótimo ângulo de visão. Os IPS (s-IPS, h-IPS e e-IPS) são os melhores em amplitude, ângulo de visão e confiabilidade e estabilidade de cores. Monitores VA e IPS, então, são mais caros e ainda pouco usados no Brasil.</p>
<p>Os monitores LCD funcionam por emissão de luz por trás do painel, chamada CCFL (<em>cold cathod fluorescent lights</em>). Há também a W-CCFL, que produz um gama mais amplo, mas esse tipo de monitor ainda não é comum. O painel produz &#8220;resistência&#8221;, necessitando fontes de emissão estáveis e intensas. Quanto melhor o painel, maior resistência.</p>
<p>A tecnologia mais atual usa emissores de luz fria chamados <span style="font-style:italic;">led</span> (<em>light emitting diode</em>), que  tem baixo consumo e não usam mercúrio e chumbo na sua fabricação &#8211; são portanto menos poluentes em sua fabricação e descarte. Sua luz gera menos calor, é instantânea e não produz vibração e choque, além de resposta rápida. Existem dois tipos de led, o Withe-<em>led</em> e o RGB-<em>led</em>. Esse último é o que produz cores mais vivas, vibrantes e brilhantes.</p>
<p><span style="font-style:italic;font-weight:bold;">Calibração</span></p>
<p>Processo de ajuste das intensidades das emissões de luz dos canais de cor &#8211; (R)ed, (G)reen e (B)lue &#8211; em que os <span style="font-style:italic;">pixels</span> (<span style="font-style:italic;">picture element</span>, menor ponto de luz de um dispositivo, que mede aproximadamente 0,34 centésimos de um milímetro &#8211; 1 polegada dividida por 72, mesma medida do <span style="font-weight:bold;">ponto gráfico</span>, medida básica do processo de impressão). Se faz com um colorímetro ou calibrador de cor. É ligado ao computador, normalmente por uma entrada USB. O <span style="font-style:italic;">software</span> emite intensidades, da ausência a emissão plena de luz, por cada canal de cor individualmente e por todos juntos. O sensor lê e o programa identifica a <span style="font-style:italic;">temperatura de cor </span>correta e seus desvios no monitor que está sendo ajustado. Dois monitores de mesmo fabricante e do mesmo lote não emite cor de forma igual. O processo é feito em cada monitor e não é permanente. Periodicamente ou antes de começar um novo trabalho o processo deve ser refeito. O resultado de cada procedimento é gravado em um arquivo chamado <span style="font-style:italic;">ICC </span>(<a href="http://www.color.org/"><span style="font-style:italic;">International Color Consortium</span></a>)<span style="font-style:italic;"> profile</span>.</p>
<p>Assim como acontece com os monitores, as impressoras profissionais precisam ser calibradas e a gráfica, bureau ou laboratório deveria forecer o perfil aos clientes, mas essa ainda é uma prática pouco comum &#8211; infelizmente &#8211; no mercado brasileiro, aumentando o gasto com provas de pré-impressão e problemas de relacionamento com os clientes.</p>
<p><em><strong>O pixel</strong></em></p>
<p>É o menor elemento de uma tela. O seu 0,34 centésimos de milímetro é dividido em três canais de cor e cada canal emite 256 etapas de luminosidade (luz branca, a cor primária e produzida por um filtro), do zero (preto, ausência de luz) ao 255 (branco, luz plena). A combinação de intensidades gera as cores. Quando as 3 luminosidade são iguais, temos cinzas, do quase preto (254,254,254) ao quase branco (1,1,1). Em 128, 128, 128, temos o cinza médio.</p>
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